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11/03/202625/08/2025

Por redação AIoT Brasil
Na próxima quarta-feira, dia 27, a MIT Technology Review Brasil lançará “O Mapa da GenAI no Brasil”, um relatório que faz uma análise detalhada do desempenho da inteligência artificial no contexto do país e de como as organizações estão aplicando essa tecnologia no dia a dia. O estudo será divulgado pouco antes do EmTech Brasil 2025, evento global do MIT que ocorrerá nos dias 29 e 30 de setembro no Tivoli Mofarrej, na cidade de São Paulo, com a participação de líderes e especialistas que vão indicar as tecnologias que fazem sentido para as empresas.
O mapa é um complemento do relatório “The GenAI Divide: State of AI in Business 2025”, divulgado na semana passada pelo MIT Media Lab, com alguns resultados surpreendentes, como a constatação de que “95% dos projetos-piloto de IA não geram impacto financeiro significativo”. De acordo com os analistas do MIT, o problema não está na IA, mas na forma como a tecnologia é incorporada.
“O estudo identificou uma lacuna entre o potencial da IA e a capacidade das empresas de aplicá-la de forma consistente, o que é chamado no relatório de learning gap. Na prática, a GenAI ainda não tem gerado resultados expressivos para a maioria das empresas, desorganizando expectativas e afetando o mercado. Algumas companhias chegaram a ver suas ações caírem, e o tema teve ampla repercussão na imprensa, reforçando para investidores e líderes a necessidade de uma adoção estratégica, planejada e bem estruturada” afirmaram.
Os especialistas do MIT também disseram que muitos investimentos em IA estão concentrados em vendas e marketing, áreas em que o fator humano ainda é determinante, enquanto as principais oportunidades envolvem a automação de back-office e a redução de custos operacionais. “Tudo isso faz com que projetos conduzidos internamente apresentem taxas de sucesso muito menores do que aqueles realizados em parceria com fornecedores especializados”, avaliaram.
Em resumo, segundo o MIT, os números mostram que não basta investir em tecnologia: é preciso maturidade estratégica. “A IA exige clareza de objetivos, alocação inteligente de recursos e execução disciplinada. O diferencial competitivo não está em testar IA de forma apressada, mas em como podemos integrá-la com consistência e precisão”, concluíram os analistas.
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