Google lança agente de IA “único e universal para o trabalho”
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23/10/2026Por Redação26/10/2026Por Redação

“Queremos ensinar mais matemática, mais engenharia porque não quero ficar dependendo de inteligência artificial chinesa e americana. Quero criar uma [inteligência artificial] brasileira”, declarou Lula.
A fala coloca a soberania tecnológica entre os temas que o presidente pretende priorizar no próximo mandato. Embora o Brasil já tenha iniciativas de pesquisa e desenvolvimento em inteligência artificial, a criação de uma tecnologia nacional capaz de competir com as principais plataformas globais exigirá investimentos, infraestrutura computacional, acesso a dados, formação de especialistas e participação de universidades e empresas.
Data centers e dados nacionais
Além de defender o desenvolvimento de uma IA brasileira, Lula destacou a necessidade de ampliar a infraestrutura de data centers no país. A proposta é aproveitar a disponibilidade de energia renovável como um diferencial para atrair investimentos em centros de processamento e armazenamento de dados.
“Temos que aproveitar o potencial energético de um país que talvez seja o que tenha mais capacidade de energia renovável para trazer os datacenters necessários para acumular dados no Brasil. E essa gente vai ter que deixar uma parte dos datacenters para as informações brasileiras”, afirmou o presidente.
A declaração aponta para uma discussão estratégica sobre a localização dos dados e a capacidade de processamento disponível no território nacional. Data centers são essenciais para treinar e operar modelos de inteligência artificial, além de sustentar serviços de computação em nuvem e aplicações digitais.
A expansão dessa infraestrutura, no entanto, envolve desafios que vão além da oferta de energia. Disponibilidade de redes de transmissão, conectividade, custos de equipamentos, acesso a chips avançados, licenciamento ambiental e segurança da informação também influenciam a viabilidade dos projetos.
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