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GenIA e o impacto profundo da tecnologia no futuro

Não há mais a opção de adiar a utilização desta tecnologia revolucionária; se a sua empresa ainda não embarcou nesta nova jornada tecnológica, está perdendo os ventos da mudança

23/07/2024

GenIA e o impacto profundo da tecnologia no futuro
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Por Fabricio Visibeli*

O debate sobre os impactos da adoção dos recursos de Inteligência Artificial Regenerativa (GenIA) ainda não está encerrado, mas já se tornou ultrapassado. Não há mais a opção de adiar a utilização desta tecnologia revolucionária.

Projeções da Goldman Sachs Research indicam que, no longo prazo, o investimento em IA pode representar de 2,5 a 4% do PIB nos EUA e de 1,5 a 2,5% do PIB em outros líderes do setor em dez anos. A adoção da IA e da GenIA terá um impacto significativo na economia dos EUA entre 2025 e 2030.

As aplicações da IA já abrangem diversas áreas: na indústria, com o desenvolvimento de novos designs e construção de protótipos a fabricação de produtos; na educação, com a produção de conteúdos interativos e personalizados;  na área de saúde, para previsão de incidência de doenças e realização de diagnósticos e no suporte e assistência aos clientes, interagindo e fornecendo informações relevantes, de forma automatizada.

Na indústria aeronáutica, por exemplo, a IA pode otimizar desenhos, a estrutura e a composição das peças, resultando em redução de peso, otimização de materiais e aumento de eficiência.

Para os gestores de empresas, a questão agora é como embarcar mais tecnologia, seja no setor industrial, financeiro, de serviços ou de varejo. Desde que a tecnologia está em constante evolução, algumas linhas podem ser seguidas.

Um estudo da McKinsey do final de 2023 sugere que os desafios de adoção da GenIA tornam as colaborações essenciais. Parcerias com fornecedores de tecnologia integrados às equipes e à cultura empresarial serão fundamentais para capturar o valor total da tecnologia.

Necessariamente, o fornecedor de tecnologia precisa estar apto a escalar a parceria conforme precise lidar com volumes crescentes de tráfego e consultas de usuários sem comprometer o desempenho; a adaptar e utilizar soluções em diversas aplicações e unidades de negócios; e fornecer uma tecnologia que possa ser integrada com facilidade à tecnologia já empregada pelo cliente e com outros componentes da GenAI já em uso.

O estudo McKinsey classifica as empresas como “Takers”, “Shapers” e “Makers” conforme utilizem ferramentas e modelos preexistentes, integrem modelos básicos disponíveis com dados proprietários para obter resultados mais personalizados ou construam seus próprios modelos de base sob medida. Não necessariamente estas opções estão relacionadas ao porte das empresas, sendo muito mais dependentes do nível de cultura digital e tecnologia já embarcadas pelas organizações.

Se a sua empresa ainda não embarcou nesta nova jornada tecnológica, está perdendo os ventos da mudança. A GenAI não é mais uma tecnologia em teste, mas a mais nova tecnologia em uso. Você vai ficar parado ou irá rumo ao futuro? A hora é agora!

*Fabricio Visibeli é sócio-diretor de tecnologia e inovação da CBYK

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#AI#GenAI#IA#IA generativa

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