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14/05/202618/05/2026

Por Ricardo Marques da Silva
Os investimentos em tecnologias digitais no Brasil deverão somar até R$ 2 trilhões nos próximos três anos, e mais de 70% desse total corresponde a aportes nas áreas de computação em nuvem e inteligência artificial. Essa projeção foi feita em um estudo da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom), uma entidade que reúne mais de uma centena de empresas de diferentes portes, de startups a grandes companhias, além de organizações nacionais e multinacionais.
O Relatório Setorial 2025 – Macrossetor de TIC prevê um crescimento geral de 19,3% ao ano, com uma evolução importante em relação a 2025, quando o macrossetor avançou 15% em relação ao ano anterior. De acordo com a Brasscom, os números refletem a posição do Brasil entre os dez países que mais investem em tecnologia no mundo, com aumento acima da média global.
O destaque é a área de computação em nuvem, que deverá receber R$ 765,6 bilhões em investimentos até 2029, seguindo-se as tecnologias de IA dedicadas à automação e à análise de dados, que concentrarão R$ 736,6 bilhões no período. O estudo projeta crescimento também em big data, análise avançada de dados, segurança da informação, internet das coisas, conectividade entre dispositivos e robótica.
Em relação ao mercado de trabalho, o relatório mostra que o macrossetor de tecnologia da informação e comunicação respondeu por 2,125 milhões de empregos formais em 2025. Ao longo do ano, foram criados 31,3 mil postos de trabalho com carteira assinada, impulsionados principalmente por software e serviços digitais.
Além disso, os salários evoluíram acima da média nacional, com remuneração 2,9 vezes maior em software e 2,2 vezes em serviços de tecnologia da informação. Houve pequenos avanços também nos indicadores de diversidade dos profissionais que trabalham na área, e as mulheres representam 39,2% da força de trabalho em TIC, com crescimento de 1,1 ponto percentual nos últimos seis anos, enquanto a diferença salarial entre homens e mulheres caiu 6,6 pontos percentuais.
Em entrevista à Exame, Affonso Nina, presidente-executivo da Brasscom, disse que o estudo confirma que o Brasil vive uma mudança estrutural na forma como empresas, governo e sociedade consomem tecnologia. “A perspectiva de até R$ 2 trilhões em investimento até 2029 mostra que nuvem e inteligência artificial já são centrais para a competitividade do país”, afirmou.
#computação em nuvem#estudo Brasscom#inteligência artificial#tecnologias digitais

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