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Por Otto Pohlmann* 
O conceito de internet das coisas não é novo. Há pelo menos uma década ele é debatido e apontado como tendência para empresas e profissionais que trabalham com tecnologia. Entretanto, os próximos meses indicam que a teoria finalmente vai dar lugar à prática. Há estrutura tecnológica, conhecimento e, mais importante, promessa de velocidade de conexão com a implementação do 5G nas principais capitais estaduais do país, no segundo semestre de 2022. É hora, portanto, de nos preparamos para essa nova realidade.

Basta olhar os números de dispositivos inteligentes espalhados pelo mundo para entender o tamanho e os impactos da internet das coisas (IoT). A estimativa do Gartner mostra que é questão de tempo para termos mais equipamentos inteligentes do que pessoas no planeta. Em 2021, para se ter uma ideia, chegamos à marca de 6,2 bilhões de aparelhos inteligentes capazes de se conectar à internet e “conversar” entre si. Entretanto, não basta adquirir as melhores soluções e esperar que elas resolvam todos os problemas. É preciso montar uma estrutura que permita que todas as funcionalidades e os objetivos sejam atendidos. Confira como preparar a organização:

1 – Planejamento estratégico

O primeiro passo, evidentemente, é planejar a implementação dos dispositivos IoT na rotina da empresa. Um erro bastante comum é imaginar que é suficiente adquirir as soluções mais novas e melhores para alcançar os resultados desejados. Mas como conquistar o desempenho se os gestores e profissionais não têm ideia do que eles pretendem obter com essa nova tecnologia?

Assim, é fundamental se debruçar sobre o modelo de negócio e o dia a dia de todos na empresa para identificar áreas que podem ser potencializadas com dispositivos inteligentes e outras que demandam maior automatização. A partir daí, fica mais fácil direcionar investimentos e elaborar um plano de metas no curto, médio e longo prazo.

2 – Reforço na segurança da informação

Assim como outros conceitos, o sucesso da internet das coisas passa pelo cuidado com os dados da empresa. Afinal, a ideia central é que diferentes dispositivos possam se conectar e trocar informações de forma direta, automatizando e desburocratizando processos. Esse fluxo, portanto, precisa ser rápido, eficiente e, principalmente, seguro.

Nos últimos meses, grandes corporações e órgãos públicos do Brasil sofreram com ataques cibernéticos – o que acende o sinal de alerta para os dispositivos IoT. A lógica é simples: quanto mais dispositivos conectados à internet, mais janelas podem ser exploradas pelos cibercriminosos. O ideal é adquirir ferramentas de segurança capazes de monitorar e identificar anomalias em toda rede.

3 – Gerenciamento de aplicações

Além do reforço na segurança da informação, os gestores precisam ter mais controle ou, pelo menos, uma visão completa de todos os dispositivos IoT conectados à rede corporativa. Saber o caminho que a informação faz entre suas aplicações é uma necessidade cada vez mais estratégica, uma vez que permite a identificação e a resolução rápida de problemas que costumam impactar a produtividade.

Para isso, uma dica importante é adquirir ferramentas que otimizem o gerenciamento de todos os aplicativos e endpoints conectados à rede. É possível acompanhar o desempenho de cada recurso, identificando pontos de melhoria na gestão de toda a rede e, claro, identificando formas de potencializar a conectividade entre todos os dispositivos.

4 – Parceiros tecnológicos

Por fim, adquirir essas ferramentas e esses dispositivos para implementar a internet das coisas com segurança e eficiência também exige encontrar parceiros estratégicos de tecnologia. A infinidade de opções no mercado atualmente pode confundir o gestor e o profissional sobre quais ferramentas são mais indicadas. Afinal, o que não faltam são softwares que resolvem situações específicas para as empresas.

É necessário encontrar um fornecedor que identifique as demandas e os objetivos da empresa, indicando aplicações mais importantes diante do que o cliente pretende obter. esse trabalho de consultoria é o que diferencia um projeto IoT de sucesso de outro que não conseguiu entregar aquilo que se esperava.

Concluindo, a melhor opção é não ficar limitado apenas à gestão de periféricos IoT, mas escolher uma solução de Universal Endpoint Management, também conhecido como UEM, que faça a gestão de qualquer dispositivo, inclusive de IoT, e que de preferência faça as 4 funções num único software, numa única janela de administração.

 *Otto PohlmannéCEOdaCentric Solution

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