Hackers usam falsas promessas de emprego para roubar usuários
Estratégia simula empresas como Meta, Disney, Spotify, entre outras grandes marcas, para iludir pessoas em busca de bons salários
14/08/2026Por Redação26/01/2021

Por redação AIoT Brasil
Óculos inteligentes que combinam medição da temperatura corporal, reconhecimento facial e leitura de placas de veículos, para diferentes aplicações: essas são as características do Dyno Glass, um dispositivo de internet das coisas desenvolvido pela fornecedora de soluções de segurança Dyno Security, que tem escritórios em Curitiba, São Paulo e na China.
A aferição de temperatura é especialmente útil nesse período de pandemia. Por meio de um sensor de infravermelho, os óculos conseguem verificar se alguém está com febre a uma distância de 2 metros, e as informações são projetadas na lente em tempo real, com possibilidade de compartilhamento das imagens. De acordo com a empresa, o Dyno Glass mede a temperatura de até dez pessoas por segundo, o que facilita o trabalho de controle em áreas como aeroportos, indústrias, parques, empresas e escolas e permite que o inspetor de segurança se movimente à vontade, com vantagens na comparação com as câmeras fixas de videomonitoramento.
O Dyno Glass mede a temperatura a uma distância de 2 metros e projeta o resultado em uma tela/Divulgação Dyno SecurityEm relação à capacidade de reconhecimento facial, o dispositivo pode processar até 300 mil dados de imagens no modo off-line e, com acesso à internet, conecta-se a um banco de dados para identificar suspeitos ou pessoas com acesso proibido a eventos públicos, praças, estádios e em outros cenários críticos. A terceira função, de reconhecimento de placas de carros, pode ser utilizada em estacionamentos e oferece uma identificação em 0,2 segundo, o que permite o controle remoto da equipe de segurança, sem contato com os ocupantes do veículo.
Com uma bateria que dura até 8 horas, o Dyno Glass é feito com uma liga de magnésio e alumínio usada na aviação. O vidro externo é removível e pode ser trocado por uma lente com grau, de acordo com a necessidade do operador de segurança.
Os primeiros óculos inteligentes foram lançados há mais de dez anos e, ao longo desse período, incorporaram uma série de inovações, como câmeras de foto e vídeo, realidade aumentada e mecanismos de projeção de imagens, classificando-se como wearables, ou dispositivos vestíveis de IoT, quando se conectam à internet. Várias empresas de tecnologia investiram nesse nicho, entre as quais Google, Facebook, Huawei, Epson, Bosch e OrCam.
#dispositivos vestíveis#DynoGlass#internet das coisas#IoT#oculoscomIA#oculosinteligentes#reconhecimento facial#wearables

Estratégia simula empresas como Meta, Disney, Spotify, entre outras grandes marcas, para iludir pessoas em busca de bons salários
14/08/2026Por Redação
Pedágio sem cancela requer conectividade em tempo real e introduz uma nova lógica operacional baseada em internet das coisas
31/07/2026Por Redação
Air Track é o primeiro produto físico da empresa, elimina visitas técnicas para troca de operadora e reduz em até 40% o custo operacional das empresas de rastreamento
03/06/2026