Wikipédia proíbe o uso de IA na criação de conteúdo
Comunidade de editores voluntários concordou que a tecnologia só será permitida para traduções e pequenas edições de texto
31/03/202623/01/2024

Por Ricardo Marques da Silva
Em 2023, em todo o mundo, as empresas registraram uma taxa de mudança sem precedentes, e a expectativa é de aceleração também neste ano. Essa foi uma das conclusões do estudo “Pulse of Change Index”, da Accenture, divulgado às vésperas do Fórum Econômico Mundial, que se encerrou na sexta-feira, dia 19, em Davos, na Suíça.
De acordo com o relatório, impulsionada pelos avanços das ferramentas de inteligência artificial generativa, a tecnologia saltou do sexto para o primeiro lugar entre os fatores de disrupção dos negócios em um ano, com base nos indicadores-chave. A segunda causa de mudanças nos negócios foi a escassez de talento profissional, que envolveu questões como a de competências específicas e de engajamento dos funcionários. Entre os líderes empresariais ouvidos, 42% disseram que esse é um dos três principais desafios que prejudicam a capacidade de suas organizações de responder às mudanças.
Além desses dois indicadores-chave, a Accenture considerou também os fatores Economia, Geopolítica, Clima e Consumidor-Social, além de outros índices, como produtividade no trabalho e gastos com TI. Em seguida, essa base de dados foi comparada com outra pesquisa, realizada com 3.400 líderes, para verificar como eles encaram o impacto de cada fator nas suas organizações, assim como a prontidão para reagir.
O relatório concluiu que, de forma geral, em todos os seis fatores-chave, a taxa de mudança aumentou acentuadamente a partir de 2019, com evolução de 183% nos últimos quatro anos e de 33% em 2023. Esse ritmo deverá se manter em 2024, e 92% dos líderes brasileiros preveem uma taxa de mudança ainda mais rápida, enquanto 70% veem a mudança como oportunidade e 42% esperam que a receita cresça neste ano. Porém, apesar do otimismo, 55% admitiram que as empresas não estão totalmente preparadas para as mudanças.
Segundo Leonardo Framil, CEO da Accenture para mercados emergentes, entre os quais a América Latina, o que muda nesse processo contínuo de transformação dos negócios é a aceleração das ondas de inovação: “Com a tecnologia como causa número 1 da mudança, são mais competitivas as empresas que modelam um potente núcleo digital, composto por nuvem, dados e IA como alicerces de tecnologias emergentes, entre as quais a IA generativa. É isso o que assegura a criatividade, a agilidade e a eficiência para liderar”, afirmou.
Chamou atenção o fato de que 76% dos líderes ouvidos no estudo disseram que a IA generativa é mais uma oportunidade do que uma ameaça, e mais benéfica para o crescimento da receita do que para a redução de custos. No entanto, 47% também afirmaram que suas empresas não estão totalmente preparadas para o ritmo acelerado da evolução tecnológica e 72% abordam os investimentos com cautela, devido às preocupações da sociedade com o uso responsável da IA.
#evolução tecnológica#IA generativa

Comunidade de editores voluntários concordou que a tecnologia só será permitida para traduções e pequenas edições de texto
31/03/2026
Episódio mostra que a autonomia total concedida à tecnologia pode resultar em comportamento perigoso e prejuízo às pessoas
30/03/2026
Evento acontece de 31 de março a 2 de abril no Expo Center Norte, em São Paulo, e reúne lideranças empresariais, especialistas em tecnologia e representantes do varejo
27/03/2026