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23/03/202629/08/2025

*Foto: reprodução/Universidade de Cambridge
Por Ricardo Marques da Silva
O supercomputador de IA mais poderoso do Reino Unido terá agora uma nova missão: ajudar os cientistas da Universidade de Oxford a analisar milhões de dados médicos que podem ser essenciais na pesquisa de vacinas contra o câncer. Chamada de Dawn e desenvolvida pela Universidade de Cambridge, em colaboração com a Intel e a Dell Technologies, a supermáquina poderá ser usada por 10 mil horas pelos pesquisadores de Oxford, por meio de um programa apoiado pela governo britânico.
“Parece ficção científica, mas é realidade. Estamos em 2025, essa tecnologia está aqui e vamos experimentá-la”, disse Lennard Lee, que lidera o projeto desenvolvido no Departamento de Medicina Nuffield da Universidade de Oxford. “O problema que enfrentamos é que o câncer é muito complexo. Com o Dawn poderemos processar grandes conjuntos de dados rapidamente, para que possamos analisar e identificar padrões ocultos. O que isso está nos dando é algo realmente especial e tem a ver com velocidade e escala”, acrescentou.
Com mais de 1 mil unidades de processamento gráfico (GPUs) Intel de ponta e 500 unidades centrais de processamento (CPUs) projetadas para trabalhos pesados de IA, o Dawn foi desenvolvido com o apoio do órgão de Pesquisa e Inovação e da Autoridade de Energia Atômica do Reino Unido. Sua missão é proporcionar avanços em áreas críticas de pesquisa, como medicina personalizada, energia limpa e clima.
De acordo com especialistas da Universidade de Cambridge, o Dawn atinge perto do limite computacional de 1 quintilhão de operações de ponto flutuante por segundo – um exaflop, ou exaescala. Para efeito de comparação, cada pessoa na Terra teria que fazer cálculos 24 horas por dia, durante mais de quatro anos, para atingir um segundo do poder de processamento em um sistema exaescala.
Agora, as descobertas que ocorrerem com o auxílio do Dawn serão incorporadas ao Atlas de Neoantígenos de Oxford, um recurso gratuito que ajuda cientistas do Reino Unido a criar vacinas melhores contra o câncer. “Achamos que seremos capazes de realmente abrir caminho para desenvolver vacinas que simplesmente não eram possíveis antes”, resumiu Lennard Lee.
#cancer#dados médicos#supercomputador#vacina

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