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16/03/202616/04/2025

Por redação AIoT Brasil
Uma parcela dos usuários do ChatGPT está desenvolvendo um relacionamento emocional com o chatbot, embora a ferramenta não tenha sido criada com essa finalidade, e mantendo interações que sugerem solidão e algum grau de dependência. Essas ocorrências foram reveladas em uma pesquisa desenvolvida em conjunto pelo MIT Media Lab, vinculado ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts, e pela própria OpenAI, criadora do bot que é usado por aproximadamente 400 milhões de pessoas.
O estudo envolveu, inicialmente, a análise de dados de quase 40 milhões de interações com o ChatGPT. Numa segunda etapa, foi apresentado um questionário a 4.076 usuários, para saber como se sentiam durante as interações.
Depois, o MIT Media Lab recrutou quase 1 mil pessoas para participar de um teste de quatro semanas para uma avaliação mais aprofundada, com o objetivo de examinar como os usuários interagiam com o ChatGPT por, no mínimo, 5 minutos ao dia. No final do experimento, os participantes preencheram um questionário para medir suas percepções sobre o chatbot, seus sentimentos subjetivos de solidão e seus níveis de engajamento social e de dependência emocional. Os resultados indicaram que usuários que confiavam mais e criavam um “vínculo” com o ChatGPT apresentavam uma probabilidade maior de se sentirem solitários e dependentes da ferramenta.
De acordo com a OpenAI, o trabalho é um passo importante para uma compreensão mais ampla do impacto do ChatGPT sobre as pessoas e para encontrar meios de ajudar a promover interações mais seguras e saudáveis. “Muito do que fizemos aqui é preliminar, mas estamos tentando iniciar um diálogo com o setor sobre os tipos de coisas que podemos começar a medir e refletir sobre qual será o impacto de longo prazo nos usuários”, disse Jason Phang, pesquisador de segurança da OpenAI, que participou do projeto.
Ao analisar a pesquisa, Kate Devlin, professora de IA no King’s College London, lembrou que os autores admitiram as limitações de estudos como esse: “Mas é animador ver o que eles realizaram. Ter acesso a esse nível de dados é algo incrível. Em relação ao que as equipes se propuseram a medir, as pessoas talvez não estivessem necessariamente usando o ChatGPT de forma emocional, mas não dá para esquecer o fato de que são as interações de seres humanos com a tecnologia”, explicou.
Em relação ao gênero dos usuários, os pesquisadores identificaram algumas diferenças intrigantes. Por exemplo, depois de utilizarem o chatbot por quatro semanas, as mulheres mostraram-se ligeiramente menos propensas a socializar com outras pessoas do que os homens. Já os participantes que interagiram com o modo de voz do ChatGPT usando um gênero diferente do seu relataram níveis significativamente mais altos de solidão e maior dependência emocional do chatbot.
Apesar da importância das informações colhidas, a pesquisa ainda se baseou em dados autorrelatados, o que pode limitar a precisão a respeito da maneira como a IA afeta a vida real das pessoas. A OpenAI informou que agora planeja submeter o estudo a revistas científicas e espera abrir caminho para interações mais saudáveis com IA.
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