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30/01/202621/11/2025

Por Ricardo Marques da Silva
As ferramentas de IA são muito úteis se o usuário quiser algo mais criativo e conveniente, mas é preciso aprender a usar essas ferramentas para aquilo que fazem bem e não confiar cegamente em tudo o que dizem. Esse alerta foi feito por Sundar Pichai, CEO do Google e de sua controladora, a Alphabet, em entrevista à BBC britânica, nesta semana.
De acordo com o executivo indiano, que substituiu Larry Page na direção do Google em 2015, os modelos de IA são propensos a erros, e o mais conveniente é que as pessoas os utilizem em conjunto com outras ferramentas. O importante, ele disse, é recorrer a um ecossistema robusto de informações, em vez de depender exclusivamente da tecnologia de IA: “É por isso que as pessoas também usam a busca no Google, e nós temos outros produtos que são mais focados em fornecer informações precisas”, sugeriu Pichai.
Porém, a BBC lembrou que alguns dos produtos do próprio Google cometem erros, como o recurso AI Overviews, que resume os resultados de busca e logo depois do seu lançamento “foi marcado por críticas e zombarias devido a algumas respostas erráticas e imprecisas”. A BBC disse ainda que, segundo especialistas, as grandes empresas de tecnologia, como o Google, não deveriam convidar os usuários a verificar a veracidade dos dados gerados por suas ferramentas, e sim se concentrar em tornar seus sistemas mais confiáveis.
Um exemplo dos especialistas citados pela BBC é Gina Neff, professora de IA da Queen Mary University de Londres, que afirmou: “Sabemos que esses sistemas inventam respostas para nos agradar – e isso é um problema. Não há problema em perguntar ‘qual filme devo assistir’, mas é bem diferente quando faço perguntas realmente delicadas sobre minha saúde e meu bem-estar mental, ou sobre ciência ou notícias. E agora o Google está pedindo que você corrija a prova enquanto incendeia a escola”.
Nas ferramentas mais populares do Google, o Modo IA foi introduzido em maio deste ano, integrado ao Gemini, como forma de competir com os serviços de IA como o ChatGPT, o Copilot e o Perplexity AI, que começaram a ser utilizados em grande escala nas buscas online. No início deste ano, essas IAs receberam conteúdo da BBC e foram questionadas a respeito das informações. “Nossa pesquisa constatou que as respostas das IAs continham ‘imprecisões significativas’. Estudos mais abrangentes da BBC sugerem que, apesar das melhorias, os assistentes de IA ainda distorcem as notícias em 45% dos casos”, afirmou a rede britânica.
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