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14/03/202517/08/2022
Por redação AIoT Brasil
A internet das coisas se tornou crucial para os consumidores e para a transformação digital de empresas e governos, e tecnologias como inteligência artificial, análise de dados e computação em nuvem e de borda impulsionam cada vez mais a demanda corporativa. Essas são algumas das conclusões do estudo ISG Provider Lens Internet das Coisas (IoT) – Serviços e Soluções 2022, inédito no Brasil e produzido pelo ISG em parceria com a Associação Brasileira de Internet das Coisas (Abinc).
O relatório também comparou os pontos fortes dos fornecedores de serviços de IoT no Brasil, os desafios e os diferenciais competitivos e indicou que, atualmente, as tendências estão evoluindo de provas de conceito discretas e personalizadas para soluções escaláveis para os negócios e a sociedade. Ao lado disso, o estudo destacou a importância da combinação de IoT com inteligência artificial e ciência de dados.
Um dos autores do estudo, David de Paulo Pereira, analista da TGT Consult/ISG, disse que o mercado brasileiro de consultoria, implementação e serviços gerenciados de IoT evoluiu e amadureceu significativamente desde a publicação do Plano Nacional de IoT, em junho de 2019: “A gestão e o monitoramento de ativos de toda natureza e o uso de dados e IA para tomada de decisão passaram a ser comuns em áreas como telecomunicações, agronegócio, medicina, logística e, com mais frequência, em processos fabris”.
De acordo com o especialista, em termos de qualidade tecnológica, o Brasil está em pé de igualdade com os países líderes na adoção de IoT, ainda com um mercado menor, mas com enorme potencial de crescimento. Paulo Spaccaquerche, presidente da Abinc, ratificou essa opinião: “O Brasil está acompanhando os avanços mundiais com uma pequena defasagem por conta da nossa infraestrutura, e não por falta de conhecimento”, disse.
Evidentemente, ainda há muitos desafios a serem enfrentados: “Algumas empresas já começaram a estruturar serviços, mas ainda há muito o que fazer quanto à sustentação de aplicações, ao monitoramento de dispositivos, à manutenção dos equipamentos e à evolução de soluções. Outro ponto crítico, principalmente no Brasil, é a mão de obra. Os fornecedores devem ficar atentos para reter e formar talentos”, acrescentou David Pereira.
Por fim, o relatório avaliou os recursos de 26 fornecedores em cinco quadrantes: consultoria estratégica, implementação e integração, serviços gerenciados, rastreamento e gerenciamento de ativos móveis e gerenciamento de dados e IA na borda. Embratel, IBM, Siemens e Telefonica Tech surgiram como líderes em todos os cinco quadrantes, enquanto a Accenture se destacou em quatro e Algor Telecom, Bosch e TIM em três quadrantes. A Deloitte é nomeada líder em dois quadrantes.
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