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14/03/202517/10/2023
Por redação AIoT Brasil
A internet das coisas via satélite permite a detecção de incêndios florestais de maneira mais rápida e confiável do que quando são utilizados os demais recursos disponíveis atualmente. Isso é o que afirma a Kinéis, uma operadora de satélites e provedora de conectividade global com sede em Toulouse, na França, responsável pela criação de uma tecnologia espacial que permite rastrear e monitorar áreas remotas sem cobertura de redes terrestres.
A solução é o resultado do projeto ForestSens, desenvolvido pela Kinéis em parceria com a empresa espanhola Innovatec, especializada em ciência, tecnologia e inovação, com o objetivo de ajudar reduzir o impacto de um problema que vem se agravando nos últimos anos. De acordo com a Kinéis, as temperaturas elevadas decorrentes do aquecimento global provocam megaincêndios que devastam milhares de hectares de floresta em todo o planeta, inclusive no Brasil, e já respondem por 20% das emissões globais de carbono.
“As imagens recentes desses incêndios atestam a dimensão da tragédia e, infelizmente, anunciam uma multiplicação desses fenômenos cada vez mais frequentes e intensos num futuro muito próximo”, afirmou a empresa em comunicado à imprensa no qual apresenta o projeto ForestSens, apoiado pelo programa Eureka-Eurostars e cofinanciado pela União Europeia. O uso de satélites para detectar e prevenir incêndios florestais “pode ajudar todos os envolvidos nesse trabalho: organismos públicos, proprietários privados, defesa civil e seguradoras”, disse a empresa.
A IoT por satélite combinada com sensores de mudanças de temperatura, pressão atmosférica, umidade ou fumaça colocados nas árvores ou no solo da floresta permite que o início de um incêndio florestal seja detectado ainda durante a fase de combustão lenta. O sensor do terminal Kinéis então envia uma mensagem de alerta para um dos satélites da constelação, que a transmite para uma das antenas da estação terrestre, para alertar rapidamente os bombeiros antes que o fogo se espalhe.
A nova abordagem utiliza a constelação de 25 nanossatélites e 19 estações remotas terrestres da Kinéis para conectar terminais instalados em qualquer ponto do planeta. O sistema combina recursos tecnológicos disponíveis com a IoT no espaço para proporcionar conectividade global com baixo consumo de energia e confiabilidade. “Isso permite o rastreamento e o monitoramento dos incêndios fora das zonas de cobertura terrestre. Os satélites coletam mensagens ou dados de dispositivos ou sensores específicos e os distribuem ao usuário. Graças ao seu modo de comunicação bidirecional, os terminais também podem receber mensagens de usuários e satélites”, explicou a empresa.
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