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18/02/202628/12/2020

Por redação AIoT Brasil
Sem surpresas, executivos de cinco países disseram que a inteligência artificial será a tecnologia de maior relevância em 2021, seguida do aprendizado de máquina, enquanto a indústria e a saúde lideram os setores que mais investirão nessas ferramentas. Essa tendência foi revelada em uma pesquisa conduzida pelo Institute of Eletrical and Eletronics Engineers (IEEE), que tem sede nos Estados Unidos e reúne mais de 419 mil membros em 160 países.
Entre 21 de setembro e 9 de outubro, o IEEE ouviu 350 chief information officers (CIO) e chief technology officers (CTO) nos Estados Unidos, Reino Unido, China, Índia e Brasil, dos quais 32% projetaram a inteligência artificial e o aprendizado de máquina como principais destaques no próximo ano, à frente do 5G (20%) e da internet das coisas (14%). Além de manufatura (19%) e saúde (18), esses executivos apontaram serviços financeiros (15%) e educação (13%) como os setores que receberão o maior impacto dessas tecnologias.
Também de forma previsível, 52% dos entrevistados disseram que o maior desafio em 2021 continuará sendo a maneira de lidar com a covid-19 e suas consequências no andamento dos negócios, o que exigirá a manutenção de uma estrutura de trabalho remoto e escritórios híbridos, apontada por 22% dos executivos. Outros 11% citaram como desafio as ameaças à segurança online, entre as quais aquelas relacionadas ao trabalho remoto. Ao mesmo tempo, 25% dos CIOs e CTOs acreditam que IA e aprendizado de máquina desempenharão o papel principal na recuperação global da pandemia.
A relação entre a pandemia e a aplicação de tecnologias foi igualmente destacada pelos executivos, e 55% confirmaram que nos últimos meses suas empresas aceleraram a adoção de computação em nuvem e IA, em aprendizado de máquina (51%), em IoT (42%), em realidade aumentada e virtual (35%) e em teleconferência (35%). Entre os entrevistados, 92% afirmaram que suas empresas estão mais bem preparadas do que estavam um ano atrás para responder a uma interrupção potencialmente catastrófica, como uma violação de dados ou desastre natural, e 58% concordaram que essa preparação foi impulsionada pelo que aprenderam durante o enfrentamento da covid-19.
Em relação às maiores preocupações dos CIOs e CTOs com a segurança cibernética, a maioria dos entrevistados apontou os riscos do trabalho remoto, como o fato de os funcionários usarem seus próprios computadores e dispositivos móveis. Isso se justifica pelo uso crescente de dispositivos conectados, como smartphones, tablets, sensores, robôs e drones. Mais de um terço dos executivos admitiu que as empresas só conseguem rastrear de 26% a 50% dos dispositivos conectados a seus negócios, enquanto 20% disseram que podem rastrear e gerenciar de 51% a 75% dos dispositivos em rede.
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