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21/03/202519/01/2024
Por Ricardo Marques da Silva
A inteligência artificial tem o potencial de transformar a economia global de forma positiva e negativa, e um dos seus principais impactos deverá ocorrer no mundo do trabalho. Essas são algumas das conclusões do relatório “Inteligência Artificial e o Futuro do Trabalho”, divulgado nesta semana pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).
De acordo com o estudo, quase 40% dos empregos globais estão expostos à IA, uma estimativa que cresce para 60% nas economias mais avançadas, que, em contrapartida, terão também a oportunidade de colher de maneira mais intensiva os benefícios da tecnologia.
Isso acontece porque, segundo o corpo técnico do FMI, um dos diferenciais da IA é a sua capacidade de causar impacto em empregos altamente qualificados. Como resultado, as economias avançadas enfrentam maiores riscos decorrentes da IA, mas também têm mais oportunidades para aproveitar os seus benefícios, na comparação com os mercados emergentes.
O FMI estimou que nos mercados emergentes e nos países de baixo rendimento a exposição à IA seja de 40% e 26%, respectivamente, por isso enfrentam menos perturbações imediatas causadas pela tecnologia. Ao mesmo tempo, muitos desses países não têm infraestrutura nem mão de obra qualificada para aproveitar todos os benefícios da IA, o que aumenta o risco de que, com o tempo, a desigualdade entre as nações possa se agravar.
“Estamos à beira de uma revolução tecnológica que poderá impulsionar a produtividade e o crescimento global e aumentar os rendimentos em todo o mundo. No entanto, também poderá substituir empregos e aprofundar a desigualdade”, resumiu Kristalina Georgieva, diretora do FMI, em recente publicação no blog da organização. “O que podemos dizer com alguma confiança é que precisaremos elaborar um conjunto de políticas para aproveitar com segurança o vasto potencial da IA em benefício da humanidade”, acrescentou.
O estudo mostrou que existem alguns padrões consistentes relativamente à exposição à IA, com as mulheres e os profissionais com formação universitária mais expostos, mas também mais bem preparados para colher os benefícios da IA, enquanto os trabalhadores mais velhos são, potencialmente, menos capazes de se adaptar às novas tecnologias. Nesse cenário, os mercados emergentes e as economias em desenvolvimento devem dar prioridade à criação de infraestruturas digitais e de competências digitais
“A desigualdade dos rendimentos do trabalho poderá aumentar se a complementaridade entre a IA e os trabalhadores com rendimentos elevados for forte, enquanto o retorno do capital aumentará a desigualdade de riqueza. Contudo, se os ganhos de produtividade forem suficientemente grandes, os níveis de rendimento poderão aumentar para a maioria dos trabalhadores. Nesse cenário em evolução, as economias avançadas e os mercados emergentes mais desenvolvidos precisam de se concentrar na atualização dos quadros regulamentares e no apoio à realocação de mão de obra”, disseram os analistas do FMI.
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