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Por Redação AIoT Brasil
A guerra na Ucrânia, deflagrada com a invasão comandada pelo presidente da Rússia Vladimir Putin, começou hoje. Mas a investida contra esse país começou bem antes disso no mundo digital. Segundo especialistas, os ciberataques já haviam sido deflagrados muito antes dos tanques russos pisarem em território ucraniano.
“No dia 15 de fevereiro, por exemplo, uma série de ataques de DDoS (negação de serviço, quando milhares de computadores são utilizados para derrubar sites ou tirar do ar sistemas de empresas e instituições) foram disparados contra websites do governo e contra os maiores bancos do país”, conta Chester Wisniewski, principal pesquisador da empresa de segurança Sophos, e que tem mais de 20 anos de experiência na área de cibersegurança. Segundo o governo dos Estados Unidos, as ações foram disparadas por militares russos.
Já no dia 23 de fevereiro, véspera do ataque físico da Rússia contra a Ucrânia, outra onda de ataques de negação de serviço tirou do ar vários serviços dos ministérios da defesa, das relações exteriores, sites de vários ministros e de serviços de segurança da Ucrânia. No mesmo dia, empresas de segurança como a Eset apontaram um novo ataque destinado a derrubar sistemas de organizações financeiras do país e sites do governo.
Cada vez mais os criminosos e as empresas e instituições voltadas para a proteção de sistemas utilizam inteligência artificial para aprimorar suas ações. “Os mundos digital e físico convergiram. E a realidade é que os primeiros a adotarem tecnologias avançadas como inteligência artificial para disparar ataques são os criminosos da dark web e os departamentos de inteligência de várias nações”, explicou Tom Kellermann, head da área de estratégias de segurança da empresa VMware, no ano passado, durante a divulgação de um estudo sobre cibersegurança realizado pela companhia.
E a coisa não para por aqui: segundo o instituto Gartner, em 2025 os ciberataques terão ambientes de tecnologia operacional (OT) e IoT (internet das coisas) como armas para causar danos e mesmo tirar vidas. De acordo com o instituto, o impacto financeiro dos chamados ataques CPS (ciberfísicos, da sigla em inglês) com vítimas fatais chegará a mais de US$ 50 bilhões já em 2023.
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