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20/02/202618/04/2024

Por redação AIoT Brasil

No Brasil, 72% dos executivos reconhecem que a IA generativa deve ser uma das prioridades de investimento neste ano, e esse parece ser um indicador de que as empresas do país se mantêm atualizadas com as tendências tecnológicas. Porém, o cenário muda quando se faz uma comparação com os Estados Unidos, país em que essa proporção sobe para 92%, e 53% das companhias norte-americanas classificam a IA como uma de suas três principais prioridades, enquanto no Brasil esse índice é de apenas 19%.
Esses dados constam de uma pesquisa feita pela consultoria estratégica Bain & Company para perceber o ritmo de aplicação de IA generativa nas empresas do Brasil e dos Estados Unidos. Em relação às expectativas a respeito dos resultados da implantação de GenIA, os executivos de ambos os países citaram o aumento de produtividade como principal benefício, seguindo-se a melhoria na experiência dos clientes (69%) para os brasileiros, enquanto os norte-americanos destacaram o aumento da receita (67%).
Entre os desafios para ampliar a aplicação da IA generativa, os brasileiros apontaram, principalmente, a falta de recursos e de profissionais qualificados, e para os norte-americanos o problema mais crítico é a segurança dos dados. Outras preocupações citadas foram a falta de entendimento dos casos de uso e questões relacionadas à privacidade, assim como, especialmente para os brasileiros, a integração da IA com a estrutura tecnológica já existente e dúvidas a respeito do retorno do investimento.
Lucas Brossi, sócio da Bain & Company e líder de análises avançadas na América do Sul, disse que a pesquisa indica que no Brasil ainda há um longo caminho a percorrer para alcançar a maturidade já conquistada nos Estados Unidos. Outro estudo da Bain, o “State of Data”, reforçou essa ideia ao mostrar que 62,5% dos profissionais de dados no Brasil afirmaram utilizar IA em suas empresas, porém 67% aplicavam soluções gratuitas e apenas 7% recorriam a ferramentas pagas fornecidas pela empresa.
A pesquisa atual também indicou que passar para o próximo nível, com a criação de pilotos e o escalonamento de uso, será uma tarefa complexa. No Brasil, 58% dos entrevistados reconheceram que ainda estão em um momento exploratório e somente 9% se consideraram líderes, com uma ou mais aplicações disseminadas na empresa. “A IA generativa é uma alavanca para a produtividade e a lucratividade. As companhias brasileiras precisam agora priorizar usos mais simples para dar os primeiros passos na tecnologia e depois evoluir, aproveitando todos os benefícios dessa inovação”, acrescentou Brossi.
#GenIA#IA generativa#produtividade#tendências tecnológicas

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