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28/11/202525/11/2025

Por redação AIoT Portugal
Expandir para fora da Europa a partir do Brasil: esse é o plano atual da consultoria portuguesa especializada em IA LTPlabs, fundada há 10 anos em Lisboa por três pesquisadores da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Com sete funcionários brasileiros, a empresa cresce, em média, 20% ao ano e, depois da abertura de um escritório em Ribeirão Preto (SP), pretende impulsionar a expansão internacional com ênfase nos países da América Latina.
Em entrevista ao jornal português Público, Luís Guimarães, um dos fundadores da LTPlabs, ao lado de Bernardo Almada Lobo e Pedro Amorim, lembrou que em uma década houve mudanças significativas no setor de tecnologia: “O trabalho que fazíamos estava muito à frente daquilo que as empresas utilizavam na prática. No início, nem falávamos em inteligência artificial. Usávamos expressões como analítica avançada ou métodos baseados em dados para tomada de decisão”.
As mudanças aconteceram, principalmente, nos últimos três anos, impulsionadas pelo avanço da IA generativa. “A IA generativa democratizou o acesso. Hoje, não é preciso ser especialista para interagir com essas tecnologias. Nosso produto é a capacidade de colocar a IA a serviço do negócio”, disse Guimarães.
Atualmente, a consultoria tem 80 clientes de setores como consumo, varejo, indústria, energia e telecomunicações, em países como Suíça, Filipinas, México, Estados Unidos e no Oriente Médio, e conta com 120 funcionários de diferentes nacionalidades, que trabalham no modelo híbrido em vários países. “Trabalhar com tecnologia permite que não se esteja fisicamente nos centros de decisão”, explicou Guimarães.
Entre os funcionários brasileiros, a reportagem do Público destacou o engenheiro de software Wilson Hermes Jacoud Júnior e a jornalista Lívia Gameiro, responsável pela área de comunicação e marketing, ambos cariocas. Com formação em engenharia elétrica e uma década de experiência como engenheiro de áudio no Brasil, Jacoud foi para Portugal há seis anos e meio, quando decidiu se especializar em engenharia da computação, no Porto. Depois de quatro anos atuando na área da saúde, ingressou na LTPlabs há pouco mais de um mês.
“O trabalho com IA é muito estimulante e me sinto impulsionado a aprender mais”, ele disse ao Público, lembrando que a adaptação cultural em Portugal também moldou sua trajetória. “Se souber extrair a parte boa das diferenças, você cresce mais rápido. A dificuldade é que nos faz crescer. Em Portugal, fui me tornando uma nova pessoa, mais forte”, disse.
Lívia Gameiro chegou a Portugal há dois anos e meio e, assim como Wilson Jacoud, encontrou um ambiente multicultural e desafiador. “Olho para trás e digo que valeu a pena. A empresa percebe valor no que faço e isso me motiva todos os dias. O brasileiro vê um problema e busca soluções. Essa capacidade de adaptação é um diferencial na era da IA”, afirmou.
De acordo com Luíz Guimarães, a relação de sua empresa com o Brasil é histórica. Ele próprio estudou em uma universidade brasileira, e esse vínculo abriu portas para a expansão na América Latina. “O Brasil tem empresas de grande dimensão e desafios muito interessantes para aplicar o que fazemos”, acrescentou.
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