IA e analytics transformam logística e varejo com otimização e redução de custos
Segundo levantamento, 43% das empresas no Brasil já utilizam IA e aprendizado de máquina em seus sistemas de gerenciamento de transporte
12/03/202629/11/2022

Por redação AIoT Brasil
Capacitar desenvolvedores, sim, mas também especialistas em áreas de negócios como marketing e vendas, para ajudar a reduzir o gap de profissionais no setor de tecnologia: essa é a proposta da DataTech Club, uma startup de São Paulo que oferece um modelo de assinatura de cursos presenciais. De acordo com os responsáveis pela escola, a ideia vai na contramão de grande parte das edtechs, “que atuam como uma espécie de plataforma streaming de cursos gravados para profissionais em início de carreira”.
A metodologia da DataTech, que está há um ano no mercado, pretende aumentar a capacidade analítica e técnica de equipes das áreas de negócios que querem ser mais “data driven” – ou seja, com potencial para transformar dados em conhecimento e otimizar os resultados. “A transformação digital que as organizações vivem é, em geral, orientada por dados e conta com times multidisciplinares, não só com profissionais de computação e estatística”, disse Diego Senise, cofundador da empresa, ao lado de Renan Recio.
Essa situação explica em parte a decisão de ensinar linguagem de programação a profissionais que nunca lidaram com códigos. A ideia, segundo a startup, surgiu quando foram criados cursos que envolviam dados e tecnologia para pessoas de outros setores: “Em um dos casos, ensinamos machine learning para quem nunca tinha escrito uma linha de código e não era cientista de dados, mas conseguia gerar boas hipóteses e enxergar otimizações concretas nas áreas em que trabalhava”, explicou Recio.
O modelo de negócio é baseado em assinaturas anuais de cursos ao vivo e uma plataforma online com conteúdo complementar, como análise de livros, cases e entrevistas. A DataTech disse que as aulas presenciais com professores especialistas vêm atraindo a atenção de muitas empresas: “Atualmente, a edtech possui clientes em categorias como entretenimento, varejo, seguradoras, bancos, indústrias, consultorias e agências de comunicação”.
“Os alunos têm alguns anos de carreira em áreas como marketing, vendas, operações e RH. Eles precisam traduzir uma solução de negócios em um problema de dados, saber escolher as variáveis, identificar as técnicas e avaliar os resultados. Sem isso, o trabalho do cientista de dados e do desenvolvedor não será eficaz”, acrescentou Recio.
#data driven#edtech#linguagem de programacao#programação

Segundo levantamento, 43% das empresas no Brasil já utilizam IA e aprendizado de máquina em seus sistemas de gerenciamento de transporte
12/03/2026
Um dos destaques da marca chinesa no MWC Barcelona é o agente inteligente integrado diretamente a tablets, smartphones e wearables
05/03/2026
Team Mirai conseguiu mais de 3 milhões de votos nas eleições deste mês com uma plataforma que defende a ampliação do uso da tecnologia
24/02/2026