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26/01/202630/01/2026

Por redação AIoT Brasil
O governo da China está planejando para os próximos cinco anos o lançamento de centros de dados de inteligência artificial baseados no espaço, alimentados por energia solar, e construir uma “infraestrutura da classe gigawatt”. Divulgado pela emissora estatal CCTV, o programa envolve a China Aerospace Science and Technology Corporation (CASC) e prevê a integração de recursos de nuvem, edge computing e dispositivos, para alcançar a “ligação profunda entre poder computacional, capacidade de armazenamento e largura de banda de transmissão”.
Os centros de dados permitirão que dados da Terra sejam processados no espaço, de acordo com um relatório de política da CASC elaborado em dezembro, segundo o qual a China também planeja transferir o ônus energético do processamento de IA para a órbita a fim de criar uma “nuvem espacial” em escala industrial até 2030. A integração da energia solar espacial com a computação de IA foi definida como um pilar fundamental do 15º Plano Quinquenal, que estabelecerá o roteiro do desenvolvimento econômico chinês.
Ao noticiar o projeto, a agência britânica Reuters lembrou que a iniciativa da China “desafia” os planos de Elon Musk de, por meio da SpaceX, também lançar centros de dados orbitais. “A empresa norte-americana SpaceX espera usar os fundos de um IPO bilionário planejado para este ano, no valor de US$ 25 bilhões, para desenvolver centros de dados orbitais de IA em resposta às limitações de energia terrestre”, disse a Reuters.
No Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, na semana passada, Musk havia afirmado que a SpaceX planeja lançar satélites de data center com IA movidos a energia solar em até três anos. “Construir centros de dados com energia solar no espaço é uma decisão óbvia. O lugar mais barato para colocar IA será o espaço, e isso será verdade dentro de dois anos, três no máximo”, disse Musk.
De acordo com a Reuters, o programa da CASC foi divulgado logo depois da inauguração, no dia 27, da primeira Escola de Navegação Interestelar da China, que pretende formar a próxima geração de talentos espaciais em áreas de vanguarda, entre as quais propulsão interestelar e navegação no espaço profundo. “Os próximos 10 a 20 anos serão uma janela para o desenvolvimento exponencial da navegação interestelar na China. Inovações originais em pesquisa básica e avanços tecnológicos irão remodelar o padrão da exploração do espaço profundo”, informou a agência de notícias Xinhua.
Ao mesmo tempo, o plano faz parte do objetivo de levar astronautas à Lua e explorar o turismo espacial em escala mais ampla, numa corrida disputada também pelos Estados Unidos. “A China e os EUA competem para transformar a exploração espacial em um negócio comercialmente viável, semelhante à aviação civil, e para se tornarem os primeiros a explorar as vantagens militares e estratégicas do domínio espacial. A CASC prometeu transformar a China em uma ‘potência espacial líder mundial’ até 2045”, afirmou a Reuters.
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