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10/04/202629/09/2021

Por redação AIoT Brasil
O número de ataques de hackers a ecossistemas de internet das coisas cresceu em ritmo mais acelerado no primeiro semestre deste ano e atingiu a impressionante marca de 1,5 bilhão em todo o mundo. É o que revelou pesquisa da Kaspersky divulgada em setembro durante o fórum Konferencia@Casa 2021, realizado pela empresa russa de software de cibersegurança, e entre os alvos preferencias está o Brasil. De maneira geral, os ataques mais que dobraram na comparação com 2020 inteiro.
O ranking dos países mais atingidos está diretamente relacionado ao nível de acesso à tecnologia e de digitalização em que cada um se encontra, e em primeiro lugar figura a China, com 451 milhões de incidências, seguindo-se a Irlanda (352 milhões) e a Rússia (158 milhões), que despontam no ranking. Com 41 milhões de incidências, o Brasil ficou na segunda posição na América Latina, atrás apenas do Panamá, com 81,6 milhões, enquanto a Argentina registrou 5,6 milhões de ataques.
Roberto Martínez, analista sênior da Kaspersky, disse no fórum que hackers podem invadir sistemas de IoT com vários objetivos, como ataques DDoS, captura de dados, quebra de privacidade e até mesmo mineração de criptomoedas. Ele ressaltou que a tendência é de aumento nos números, porque a IoT geralmente não recebe grande atenção dos usuários: “A internet das coisas é frágil porque ninguém atualiza os firmwares”, disse Martínez.
De acordo com os dados da Kaspersky, em 2020 havia aproximadamente 8,7 bilhões de dispositivos smart no mundo e esse total deve triplicar até 2030, com a consolidação do trabalho híbrido, em home office e nos escritórios. Martínez lembrou que esse quadro requer o estabelecimento de regras e padrões mais claros e objetivos, para a redução de falhas: “Não é possível fazer frente ao cibercrime usando políticas obsoletas. A web não tem fronteiras e os criminosos também não, mas a velocidade das respostas não acompanha o avanço das ameaças”, afirmou o analista.
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