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*Foto: Os quatro complexos da Copel no Rio Grande do Norte têm capacidade para produzir 590,5 MW de energia/Reprodução Copel

Por redação AIoT Brasil

A estatal Companhia Paranaense de Energia (Copel) concluiu em dezembro a instalação de um software de previsão de geração eólica que, utilizando inteligência artificial, indicará com antecedência de até 12 dias quanta energia será produzida pelos 264 aerogeradores dos quatro complexos instalados no Rio Grande do Norte. O sistema tem capacidade para produzir 590,5 MW de energia elétrica, e a solução implantada é a WindFor, da desenvolvedora dinamarquesa Enfor, implantada pela EMD Brasil.

De acordo com a Copel, o novo software faz parte de um plano de gestão integrada do desempenho dos ativos de geração eólica que custará R$ 2,2 milhões para a adoção de três ferramentas. A primeira é um programa de avaliação de escoamento de vento para projetos de parques eólicos, já em utilização, e a segunda é o WindFor, que começou a ser aplicado recentemente. A outra ferramenta é uma plataforma online de avaliação e gerenciamento de desempenho de aerogeradores e parques eólicos em tempo real, utilizada nos complexos Brisa Potiguar e São Bento desde outubro e com implantação prevista para este ano nos complexos Cutia e Bento Miguel.

“A tecnologia adquirida nesse projeto apoia as análises da Copel e faz com que nossos ativos possam operar sempre em seu ponto ótimo. Nossa meta é colocar nossos parques entre os melhores em termos de fator de capacidade”, disse o diretor de operação e manutenção da Copel GeT, Thadeu Silva. Ele explicou que a gestão de ativos eólicos se baseia em três pilares: disponibilidade dos aerogeradores, disponibilidade do BoP (balance of plant, o conjunto de redes, linhas e subestações) e a taxa de conversão do recurso eólico em energia elétrica.

O sistema completo coleta dados diretamente dos servidores das usinas eólicas, que ficam sob monitoramento constante, e geram relatórios em tempo real. Com isso, é possível aumentar a confiabilidade e a agilidade na tomada de decisão na operação dos parques. “Eliminamos o trabalho manual e repetitivo de coleta e registro de informações em planilhas, que levam dias para serem analisadas e consolidadas. Além disso, torna-se possível verificar se o desempenho obtido pelos aerogeradores está de acordo com o que foi projetado”, disse Juliana Pinheiro de Lima, gestora do contrato pela Copel.

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