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Por redação AIoT Brasil

“Está provado: quem tem alergias como rinite ou sinusite não pode usar máscara”. Por incrível que pareça, notícias falsas como essa vêm circulando em massa pelo mundo e, em alguns casos podem provocar problemas sérios e até centenas de mortes, como aconteceu com pessoas que ingeriram metanol por acharem que ficariam imunes ao coronavírus. Agora, finalmente chegou ao Brasil um antídoto contra esses boatos perigosos: foi lançado em 4 de agosto o WhatsApp Chatbot, que desde maio estava disponível em mais de 70 países, em três idiomas – inglês, espanhol e hindi –, para a verificação de fatos relacionados à pandemia de covid-19.

Uma iniciativa da Rede Internacional de Verificação de Fatos (IFCN, sigla de International Fact-Checking Network) com o apoio do WhatsApp, o chatbot permitirá inicialmente o acesso a 2.200 checagens de organizações que atuam no Brasil e em Portugal, geridas pelo Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS Rio). Com isso, caso haja dúvida quanto à veracidade de uma informação publicada em um grupo de amigos, trabalho ou família no WhatsApp, basta recorrer à nova ferramenta, que é gratuita.

Para ter acesso ao serviço, é preciso salvar o número +1 (727) 291 2606 na agenda do celular e, em seguida enviar uma mensagem com a palavra “oi”, ou “olá”, para iniciar a conversa. O usuário é então direcionado para um menu numérico, onde pode procurar verificações de fatos por palavra-chave, ler as verificações mais recentes e ter acesso a dicas. Para ver como o chatbot funciona no Brasil, assista a este vídeo no YouTube.

O IFCN desenvolve o projeto desde maio e já compilou mais de 8 mil verificações de uma rede de organizações independentes de 74 países. Por enquanto, o WhatsApp Chatbot se limita às informações relacionadas à pandemia, mas no futuro pode ser ampliado para a verificação de fatos em outras áreas.

O chatbot classifica as informações como “falsas”, “parcialmente falsas”, “enganosas” ou “sem evidências”. De acordo com o IFCN, “quase 100 organizações que se dedicam à checagem de fatos em todo o mundo já identificaram mais de 8 mil boatos relacionados ao cororonavírus circulando em pelo menos 74 países”.

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