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Por redação AIoT Brasil

Nos últimos 5 anos, a utilização de funcionalidades da Internet das Coisas (IoT) cresceu 25 pontos percentuais, se tornando presente na maioria das empresas brasileiras. Muitas delas ainda estão em fase de testes, os chamados Proof of Concept, mas a adoção da nova tecnologia pelo mercado brasileiro já é realidade. 

Segundo o levantamento IoT Snapshot 2022, feito pela Logicalis, o IoT é cada vez mais utilizado por empresas de diversos ramos. Entre os serviços mais comuns, estão o monitoramento de ativos, por meio de sensores (31%), a geolocalização (28%) e o rastreamento de entregas e logística externa (27%). Na América hispânica, o serviço mais utilizado é o de video analytics para monitoramento de pessoas e ambientes (49%). 

As funcionalidades de IoT não só auxiliam na produção humana, como se tornam essenciais em muitas empresas, fornecendo serviços insubstituíveis. Segundo a pesquisa, 71% dos entrevistados avaliaram como “Muito Alta” e “Alta” a importância dos serviços de IoT para suas empresas. 

Os entrevistados destacaram alguns dos principais benefícios da nova tecnologia: eficiência operacional, citada por 68% como principal melhoria, a produtividade e agilidade, citada por 58% e o suporte à tomada de decisões, vista por 46% como muito importante. 

Trabalhar com IoT gera vantagens competitivas e cria demanda para expansão do serviço. A pesquisa revela que 42% das empresas no Brasil e 35% na América hispânica planejam investir em projetos de IoT nos próximos 18 meses. Entre os setores mais interessados estão o agronegócio (50%) e a manufatura (49%). Dados da América hispânica revelam que o setor de utilities tem a maior demanda para investimentos em IoT, mostrando a variedade de aplicações da tecnologia. 

Em 2021, a crise econômica gerada pela pandemia causou leve diminuição da crescente de investimentos no setor, tendo uma redução de 9% sobre as avaliações de necessidade de investimento. As demandas “Muito Alta” ou “Alta” caíram durante a pandemia, mas seguem alvos para o médio e longo prazo. 

O grande inibidor para investimentos no curto prazo é justamente o fator financeiro. Para 44% dos brasileiros entrevistados, o orçamento é o que limita a expansão da tecnologia em suas empresas. Outra preocupação é a cultura organizacional da empresa, que pode ser mais ou menos conservadora à adoção de  novas tecnologias. 

Segundo Yassuki Takano, diretor de Consulting Services na Logicalis, o IoT tem cada vez mais aceitação no mercado; “Passamos pela fase de provar que IoT funciona e estamos agora no momento de mostrar os resultados reais da tecnologia” e deve, nos próximos anos manter a tendência de alta. “Se as tendências de investimento e captura de benefícios com as soluções se mantiverem, será questão de tempo para que vejamos dados ainda mais impactantes nas próximas edições do IoT Snapshot”, conclui.

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