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Por redação AIoT Brasil

Os softwares de conversação se tornaram comuns e são usados das mais diferentes maneiras pelas empresas – tanto que existem até mesmo cursos online que ensinam como criar chatbots, mesmo a quem não tem conhecimento prévio de programação.

Essa é a proposta da startup gaúcha Ubots, com sede em Porto Alegre, que acaba de lançar o curso “Como criar um chatbot”, com início em 25 de janeiro. O programa terá cinco módulos: Benefícios de utilizar a tecnologia; Princípios básicos dos chatbots; Criando o chatbot – Fluxo de conversas; Criando o chatbot – Publicação e teste; e Curadoria. Para se inscrever e obter mais informações, basta acessar a página do curso.

Alguns módulos propõem atividades práticas para que os alunos exercitem o conteúdo apresentado. Todo o material didático ficará disponível online, com vídeos anexados à plataforma do YouTube, e os participantes receberão um certificado de conclusão. “Durante o curso os alunos poderão utilizar nossa plataforma e aprender todos os passos para a criação dos bots de forma 100% gratuita”, explica Rafael Souza, CEO da Ubots.

Marcos Alves, líder de expansão da Ubots, acrescenta: “Esse é o primeiro curso que desenvolvemos, e estamos trabalhando nos conteúdos desde a segunda quinzena de novembro de 2020, para que qualquer pessoa possa aprender a criar chatbots, sem precisar ter conhecimentos de programação nem instalar um programa específico no computador”.

O primeiro software de conversação foi apresentado há mais de meio século, em 1966, quando Joseph Weisenbaum, pesquisador do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) lançou Eliza, com base no conceito de inteligência artificial proposto em 1950 pelo lendário Alan Turing. Nos últimos anos os chatbots ganharam múltiplas aplicações e se incorporaram de vez à rotina das pessoas, à medida que foram utilizados massivamente pelas empresas em funções como atendimento ao cliente, marketing, vendas, realização de pesquisas, recomendações, sugestões e reservas e pedidos.

Ao responder perguntas por meio de um sistema de processamento de linguagem neural (NLP), os assistentes virtuais “conversam” com o cliente como se fossem pessoas reais e, assim, reduzem a necessidade de mão de obra humana, ao mesmo tempo em que aumentam o conhecimento acumulado para esclarecer dúvidas. As novas gerações de bots estão sendo desenvolvidas com interfaces multimodais que interagem com os consumidores tanto na voz quanto no espaço visual, no desafio de criar a ilusão perfeita.

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