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Por redação AIoT Brasil

Assim como a maioria dos demais segmentos, o mercado financeiro incorporou rapidamente os recursos de tecnologia para aperfeiçoar suas operações, o que se estende ao gerenciamento de investimentos. De acordo com a fintech BRITech – WealthTech, que atua em 22 países, a área vem se digitalizando de forma acelerada e o uso de inteligência artificial a partir de robôs-advisors deve responder pela gestão de 4,6 trilhões de dólares em ativos até 2022.

Robôs-advisors são sistemas inteligentes de consultoria financeira online, com base em algoritmos e com intervenção humana de moderada a mínima. Comum nos Estados Unidos e em outros países, essa solução de IA ganhou espaço no Brasil nos últimos cinco anos e, segundo Marcos Puccini, diretor de crescimento global da BRITech, funciona como um software de gerenciamento de investimentos sem a participação de um gerente financeiro: “A partir da coleta de informações dos clientes, os robôs conseguem oferecer planejamento, gerenciamento de portfólio, investimento automático de ativos, aconselhamento digital, perfil do investidor, coleta de prejuízos fiscais e planejamento de aposentadoria, entre outros serviços”, explica.

O robô gestor também é capaz de recomendar uma carteira de investimentos, na periodicidade definida pelo cliente, e de fazer o rebalanceamento quando necessário. Entre os benefícios que o sistema proporciona, Puccini destaca o potencial da digitalização na análise de grandes volumes de dados, que resulta em vantagem competitiva.

O diretor da BRITech também lembra que a acessibilidade e a facilidade de uso são cruciais em qualquer tipo de oferta de serviço. “O uso de robôs-advisors é uma das alternativas, por exemplo, para que os clientes possam acessar seu portfólio de investimentos 24 horas por dia, sete dias por semana, e entrar e sair de posições com um simples clique”, diz Puccini.

Além disso, por meio do aprendizado de máquina, o robô pode aumentar a precisão do perfil do investimento, otimizar alertas e reduzir o risco de fraude, com menor possibilidade de erro. Para o cliente da instituição financeira, uma vantagem adicional é o custo menor, em relação às alternativas convencionais. “Com a redução do trabalho humano, as taxas também são reduzidas. De acordo com dados da Investopedia, os planejadores financeiros geralmente cobram uma taxa de 1% a 2%, fora eventuais comissões. Por seu lado, o uso dos robôs-advisors afetará o ROI do cliente entre 0,2% e 0,5%”, acrescenta Puccini.

Marcos Puccini: robôs gestores oferecem mais eficiência com menor custo/Divulgação BRITech

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