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Por redação AIoT Brasil

Um estudo que acaba de ser divulgado pelo Instituto dos Engenheiros Elétricos e Eletrônicos (IEEE) revela que 95% dos diretores de TI e outros líderes de tecnologia de cinco países acreditam que a inteligência artificial conduzirá a maior parte da inovação em 2022, seguida de machine learning, computação na nuvem e 5G. Em relação aos setores que sentirão o impacto da utilização dessas tecnologias, destacam-se os serviços financeiros, de entretenimento e manufatura.

Denominada “O impacto da tecnologia em 2022 e além: um estudo global do IEEE”, a pesquisa colheu a opinião de 350 CIOs, CTOs, diretores de TI e outros líderes de tecnologia que trabalham em organizações com mais de 1 mil funcionários nas áreas financeira, de bens de consumo, educação, eletrônica, engenharia, energia, governo, saúde, seguros, varejo, tecnologia e telecomunicações, nos Estados Unidos, Reino Unido, China, Índia e Brasil, entre os dias 8 e 20 outubro de 2021.

Para os líderes brasileiros em TI entrevistados pelo IEEE, as três áreas mais impactadas pela tecnologia em 2021 foram as de serviços financeiros (54%), entretenimento (48%) e manufatura (44%). Para 64% desses especialistas, o crescimento tecnológico será incontrolável nos próximos anos, e 48% acreditam que metade ou mais do que é feito por humanos será aprimorado por robôs.

Como resultado do trabalho híbrido durante a pandemia, mais da metade (51%) dos entrevistados afirmou que o número de dispositivos conectados aos seus negócios – como smartphones, tablets, sensores, robôs, veículos e drones – aumentou uma vez e meia, enquanto 42% disseram que o crescimento foi ainda maior. Quando perguntados sobre o gerenciamento desses dispositivos, 78% dos especialistas indianos, 64% dos brasileiros e 63% dos norte-americanos concordaram que o crescimento será incontrolável, mas uma grande parcela na China (87%) e pouco mais da metade (52%) no Reino Unido discordaram dessa ideia.

Outro destaque no estudo foi a tecnologia 5G, prestes a chegar ao Brasil de forma mais ampla, que de acordo com os entrevistados beneficiará significativamente as áreas de telemedicina, incluindo cirurgia remota e transmissões de registros de saúde (24%), e educação a distância (20%). Também foram citadas comunicações pessoais e profissionais do dia a dia (15%), entretenimento, esportes e transmissão de eventos ao vivo (14%), fabricação e montagem (13%), transporte e controle de tráfego (7%), redução de carbono e eficiência energética (5%) e agricultura (2%).

Raul Colcher, membro do IEEE e presidente da Questera Consulting, lembrou que o 5G dará suporte às outras tecnologias citadas na pesquisa. “Muitas áreas serão fortemente impactadas. Para isso serão necessários requisitos relacionados às redes de telecomunicação, e o 5G atende melhor esses requisitos do que as tecnologias anteriores”, afirmou.

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